O aborto é um dos temas que mais causam divergências entre as pessoas em diversos países, pois envolvem muitas questões, tais como: científicas, religiosas, morais, etc... O aborto, nada mais é do que a interrupção voluntária ou involuntária de uma gravidez, variando desde a sua fecundação até antecedendo-se o momento de seu nascimento. Sobretudo, o aborto é considerado crime, exceto em dois casos: de estupro e de risco de vida materno. A questão é: o aborto deve ou não ser legalizado? Em primeiro lugar, os principais motivos para que o aborto ocorra, indubitavelmente, são as más condições financeiras da mulher e, por na maioria das vezes, não estar totalmente preparada para ter uma grande responsabilidade; pois a grande parte das mulheres que cometem este ato – de muita coragem, diga-se de passagem, são adolescentes, variando suas faixas etárias de 14 a 18 anos. Além disso, o ideal é que a sociedade entenda que essas mulheres têm uma perspectiva do que será a vida de cada criança quando assim nascera, por isso, acabam optando por ter um risco de vida momentâneo, à colocá-los num mundo que, acabarão não tendo, sequer, uma vida considerável razoavelmente boa. Em suma, com a legalização do aborto, evitará com que milhares de mulheres façam abortos com altos riscos de vida – em clinicas clandestinas. Ademais, Deve-se ressaltar que, o fato de o aborto não ser considerável uma maneira “positiva” como modo contraceptivo, não é por isso que ele deve ser proibido, pois cada mulher deve-se decidir se é ou não, conveniente à ela realizá-lo.